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sexta-feira, 5 de abril de 2019

CAPITULO VI



Cheguei em casa, sorrindo feito boba, encontrei com Isa e Jackson dormindo na sala, e nitidamente percebi que eles haviam transado. Mas sem fazer barulho larguei a chave da moto e o capacete em cima da mesa da cozinha e subi para o meu quarto. Tomei um delicioso banho e fiquei lembrando cada momento daquela noite. Os meninos eram incríveis, engraçadíssimos, e tinham gostado de mim,...

Pensando nela acabei adormecendo mais tarde que o permitido.

Acordei em cima da hora para o trabalho e mesmo sem banho corri pra escola, mas antes de entrar em sala liguei pra uma floricultura e encomendei um ramalhete de flores, girassóis, pra ser mais exata. Acho uma bela flor e expressa todo o brilho que ela emite.

Ou seja, ela é meu sol e eu a seguirei em todos os momentos do dia. Claro diferentemente da flor esperarei a permissão dela.

O cartão foi singelo, mas verdadeiro:

“Eu te imaginei, você existiu, agora só precisa acontecer.*”

Um delicioso beijo de Bom Dia!

CC

·         Frase extraída da internet

Realmente havia sonhado com ela desde o primeiro momento em que a vi. E o que eu mais queria realmente era que nosso encontro acontecesse pra valer. Sem pensar que ela era casada, isso eu sempre soube, mas fazer o que?



A resposta não veio durante toda a manha. E naquela quinta feira teria aula às 18h, teria apenas meia hora para o almoço. Mas apesar do cansaço pela noite mal dormida, meu dia foi tranqüilo. Como sempre alunos calmos e interessados. As horas passavam e não tinha nenhuma resposta dela, nenhuma chamada não atendida ou sequer uma mensagem.

-- Professora Claudia – chamou a coordenadora da escola.

-- Pois não Clarisse.

-- Teus dois alunos das 15 horas ligaram agora e não poderão comparecer a aula hoje. – informou.

-- Hum os de agora eram apenas dois?

-- Sim filhos do diretor do hospital Santa Leopoldina eles querem aula individual.

-- Hum entendi. Devem pagar bem. – brinquei sorrindo.

-- E como! Pagam praticamente o meu salário. – piscando os olhos como se estivesse nervosa – aceita tomar um café comigo? – convidou.

 -- Um café? – aceitei afinal estava com um sono absurdo.

-- Sim aqui na esquina. – olhando profundo demais em meus olhos.

Será que estou sendo paquerada pela minha colega de trabalho? Até que ela não é de se jogar fora, (morena, alta, magra cabelos curtos, olhos negros como a noite e delicadamente maquiada.), mas com certeza só tenho olhos pra minha Dani.

No caminho da lanchonete Clarisse falava o tempo inteiro, simpática sorria o assunto era sobre os alunos que eu ainda não os conhecia.

-- Dois cafés, por favor. – pediu a garçonete.

-- Ah e mais um salgado de frango. – completei o pedido já sentindo meu estômago reclamar de fome.  

-- Fome Claudia? – mais uma vez seu olhar me atormentava.

-- Sim. Saí de casa em cima da hora não tomei café e no meio dia comi apenas umas bolachas água e sal. – sorri pensando em o que responder. Não estou com fome, quero apenas comer pra encher a boca e te mandar longe caso continues me olhando dessa maneira.

-- Eu almocei bem, mas acompanho seu lanche com um café. – retribuiu meu sorriso –- Mas então Claudia está aqui na cidade desde quando?

-- Pouquíssimos dias.

-- E tens amigos por aqui?

-- Na verdade, não. – vivo apenas com a família.

-- E não tem namorada? Desculpa namorado? – indagou se insinuando.

-- Não. Não tenho namorada. – salientando o gênero.

-- Hum e o que fazes para se divertir? Obrigada. – Agradeceu a garçonete com os nossos cafés e o meu lanche.

-- Obrigada – também agradeci –- e aqui não tenho feito nada demais, apenas cuidando da minha avó que está com a mão e o braço machucado.

-- Hum e tem algum compromisso pra hoje à noite? – diretamente perguntou.

-- Hoje tenho que ficar com a Vó Maria, - menti, mas também como dizer que queria encontrar com Dani, se ela até então não tinha agradecido minhas flores.

-- Pena, poderias ir ao cinema com meus amigos e eu.

-- Realmente, mas que filme vocês irão ver?

-- Ainda não sei. Na verdade nunca sabemos, sempre chegamos do nada e na hora assistimos o que achamos mais interessante.

-- Legal.

-- Realmente muito bom. Somos seis mulheres, todas solteiras e amigas desde a época da escola. Encontramos-nos a cada quinze dias. Ou na quarta ou na quinta feira.

-- Nossa! Muito bom mesmo. - o que mais dizer?

-- Demais. Mas assim agora que sabes dos nossos encontros poderás fazer parte da nossa turma.

-- Ah com certeza adoraria.

-- Então, olhando o teu curriculum vi que és formada em letras pela UFRGS. E moraste na Nova Zelândia.

-- Isso mesmo.

-- E o que te levou a tão longe?

-- Facilidade em entrar no país. Antes tentamos Canadá, mas a burocracia é muito grande, daí não conseguimos.

-- Ah. Foste acompanhada pra lá?  

-- Sim com minha ex-namorada.

-- Nossa e terminaram tem muito tempo?

-- Assim que chegamos lá.

-- Complicada situação. Eu também saí de uma relação há pouco tempo. Mas e vocês namoraram muito tempo?

-- Seis anos.

-- A minha também durou quase isso, mas ela não entende o meu trabalho. Diz que eu não preciso me envolver tanto com a escola, e cobrava demais, além do ciúme que era doentio.

-- Realmente ciúme acaba com tudo.



Ali ficamos conversando. Falando das nossas ex. Clarisse se mostrou uma pessoa muito legal. Simpatia em pessoa, vários convites me foram feitos para participar de seu grupo de amigos. Muitos olhares desconcertantes, mas naquele momento diferente dos outros estava me sentindo estranha. Não queria que minha colega de trabalho misturasse as coisas. Não por não achá-la interessante, mas por ser minha colega e também por estar afim de Dani.



Ainda bem que o lanche não durou muito tempo. Rapidamente voltamos para o curso.

Quando abri meu armário vi a mensagem de Dani.



“Acontecendo está, só precisamos fazer valer à pena”

Boa Tarde

DC

Meu coração saia pela boca. Pena que não teria tempo pra responder. Tinha aula naquele momento com uma turma de dez alunos. Mas com certeza meu restante de tarde foi incrível.

Saí do curso por volta das 18h: 30min.

-- Oi Vó.

-- Oi Clau. Como ta minha filha?

-- Eu muito bem e a senhora também pelo jeito. Já anda saracoteando pela cozinha. – comentei colocando um delicioso pedaço de empadão de frango a esquentar no micro.

-- Realmente minha filha estou muito bem. Quase não sinto dor. Vai querer café? – perguntou enquanto se servia de uma dose.

-- Não obrigada, preciso engolir isso rápido e sair.

-- Vais onde?

Vendo-a degustando sua bebida preferida sentada a mesa me olhando não tive coragem de mentir pra ela.

-- Vou na Dani Vó.

-- Dani? Hummm . Sei. E o que está acontecendo entre vocês?

-- Vó sei que ela é casada, mas ela me encanta de uma maneira que não sei explicar. – tirando o lanche do micro enchendo um imenso copo de refrigerante sentei em sua frente.

-- Filha tu sabe onde ta te metendo. Dani é casada, considerada rica. Não é como nós.

-- Mas Vó me admiro a senhora me dizendo essas coisas. A senhora se dá tão bem com ela.

-- Sim minha filha – concordou pegando um pedaço meu empadão – a Vó adora a Dani, mas tu e eu sabemos que ela não é mulher pra ti. Ela tem a família dela, os amigos dela, ela só vai te fazer sofrer.

-- Entendo a tua preocupação Vó, mas independe quem goste de homem ou de mulher está sujeito a acontecer essas coisas.

-- Isso é verdade. É que a Vó não acredita que Dani ira largar o marido pra ficar contigo.

-- Também não acredito, apesar de que sempre quando entramos em uma relação pensamos que será eterna e única.  

-- Pois então filha, saia disso enquanto é tempo. Não se machuque vivendo algo que poderá não dar certo.

-- Mas Vó com certeza vai ser muito melhor eu amanhã me arrepender de ter vivido do que passar os dias inteiros na dúvida. Preciso viver isso. Eu quero viver isso, embora que venha a sofrer depois.

-- Tudo bem. E quais são os planos para hoje?

-- Não sei. Apenas vou a casa dela. Mas antes vou passar em uma cantina comprar um vinho ...

-- Quer preparar o terreno né? – brincou.

-- Ao menos tentar. – falei acabando meu lanche e me organizando para subir pro quarto.

-- Claudia. Dá uma olhada no bar lá em cima. Pega um vinho de lá.

-- OK. – subi as escadas correndo para me arrumar para o tão sonhado encontro.



***



Delicioso banho, uma roupa básica e corre pro chumbrega, meu potente desde que cheguei ao Brasil, vira a chave uma, duas, três quatro vezes e nada do chumbrega funcionar.

-- Saco. Foi pifar logo agora chumbrega? – indignada batia com as mãos no volante.

Solução foi deixar o carro ali mesmo e pelas ruas do centro da cidade procurar um táxi.

-- É nessa casa. – mostrei ao motorista. -- Quanto deu? – percebendo o taxímetro quebrado.

-- R$ 50.00 – poxa a féria da noite ele ganhou só em uma corrida. – pensei apitando na campainha da casa de Dani.

-- Oi. – abriu a porta sorrindo indicando o caminho pra eu entrar.

Sem consegui falar nada segui o caminho indicado pela sua mão e vendo a porta fechando atrás de mim juntei meus lábios aos dela e suavemente degustei aquele momento. Ouvindo um delicado: “seja bem vinda!” encarando seus olhos agradeci sorrindo e um arrepio estava percorrendo meu corpo.

-- Entre. - Saiu caminhando na frente em direção a sala. Nesse momento impossível não admirar sua elegância em vestir um tamanco acho que salto 20, (se é que existe), uma saia na altura dos joelhos justa azul turquesa, e uma camisa branca manga 3/4, cabelo preso em um rabo de cavalo no meio da cabeça, argolas pequenas emoldurando seu rosto.

- Trouxe um vinho pra gente. – falei abrindo a mochila em que carregava. -- Pena que está em temperatura ambiente. O bom é ele gelado. – ao menos foi o que Vó disse.

-- Verdade, mas pelo que eu saiba temos tempo até ele gelar. – comentou sorrindo e beijando minha boca pegando a garrafa de suas mãos.


-- Com certeza. – falei sem um pingo de pressa de ir embora.  


Já na cozinha me acomodei em uma banqueta alta, e fiquei vendo-a pôr o vinho na geladeira, marcar o tempo exato para deixá-lo no ponto, e sem conseguir me controlar falei: -- Você está linda sabia?


-- São seus olhos – me disse encaixando seu corpo no meu beijando-me deliciosamente


-- Sabe que às vezes parece um sonho? – acomodei melhor meu corpo para que o encaixe fosse perfeito.


-- O que parece um sonho? – seus braços me envolviam.


-- Estar aqui com você, somente nós duas, sentindo a tua presença, o teu cheiro assim tão de perto. – e que cheiro delicioso, alisei meu nariz em seu pescoço.


-- Então, sendo muito sincera contigo, não sonhei com isso antes, a não ser hoje à tarde.


-- Não morda esse lábio senhora sincera, que me deixa doida sabia?


-- Deixa é? – de presente ganhei mais um beijo.


A delícia do beijo não era somente por ser Dani, aquela mulher que passou a ser meu sonho de consumo desde a primeira vez em que a vi, mas por não ter malícia, não ter pressa,...


-- Momento mágico, Dani. – falei sendo o mais sincera possível.


-- Momento único Claudia. – disse com uma seriedade absurda, seriedade essa que me espantou, e involuntariamente tive a sensação de perda.


-- Por quê? Este momento pode não voltar acontecer? – pisando no medo em que sentia, me atrevi a perguntar.


-- Melhor não pensarmos assim, viveremos um momento de cada vez. – ainda séria.


-- Falando assim você me assusta. – confessei levantando da cadeira em que estava, me afastando um pouco de Dani.  


-- Como assim Claudia?


-- Danielle eu gosto de você, não quero que nosso encontro seja somente hoje, não quero servir para você apenas como uma experiência, não quero te ver apenas como sexo.  – expus minhas intenções sem coragem de olhar pra ela.


- Claudia, mas não posso te prometer alguma coisa. 


Eu sei disso que não podes me prometer nada, mas o que fazer se espero mais, se quero mais que um simples encontro, Nossa como posso ter me apaixonado por ela? O que ela tem que me enfeitiça somente com o olhar? E o beijo porque é tão perfeito?  Pensava isso apenas analisando o ralo da pia que infelizmente não me responderia nada. Também se me respondesse qualquer coisa eu caia ali mesmo.


- OK Dani. - pensando no ralo tomei coragem pra olhar em seus olhos e sem ter alternativa, só me restaria aceitar, eu sabia disso desde o início. Não podia cobrar nada dela mesmo. -- desculpa! – foi minha única resposta, tendo em mente a certeza de que minha única chance de ficar com ela seria aceitando suas regras. E demonstrei aceitar o que ela tinha a me oferecer abraçando-a fortemente. 


-- Tudo bem. – e como mérito a minha concordância em aceitá-la com suas regras recebi mais um beijo que infelizmente foi interrompido pelo alarme da geladeira avisando que o vinho já estava no ponto para ser degustado.  


Dani abre a garrafa com uma praticidade invejável e serve nossas taças.


-- A nós. – brindou.


-- A você, que eu quero por muito tempo em minha vida. – mais uma vez expus meus sentimentos.


Dani me levou até uma sala desconhecia, muito agradável, decorada com moveis brancos, madeira escura e detalhes em verde, colocou um CD com música popular brasileira a tocar e sentando-se no tapete verde mais felpudo que eu já tinha visto convidou-me a sentar ao seu lado.


Naquele momento embora minha vontade fosse de amá-la, agi com prudência, ficamos por horas conversando, na verdade foi quase um monologo, em que a protagonista era eu, ela me perguntava e eu respondia. Tentando ser a mais sincera e verdadeira possível.


Sem saber o que estava acontecendo comigo, não conseguia tomar a iniciativa para nos amarmos, na verdade me sentia insegura, parecia que mesmo descontraída estava com medo dela. Acho que pelo fato dela nunca ter se relacionado com mulheres. Mas até agora eu não sei o motivo.


Nunca tinha me sentido tão lerda, ainda bem que Dani, percebendo ou não minha fraqueza, pôs a taça a meu lado, sentou-se em minhas pernas e beijou-me com voracidade, sentindo meu corpo reagir ao seu toque alisava suas costas e enlouquecia sentindo sua vagina roçando em minha coxa por cima da roupa. Ouvindo seu gemido contido pelos meus beijos me encorajei a tomar as rédeas da situação, meu primeiro ato foi inverter a posição, prendendo-a em baixo de mim, pude beijar cada centímetro de seu rosto, seu pescoço e ao mesmo tempo enfiar minha mão embaixo de sua blusa para sentir a maciez de sua pele. Desejando mais que isso a despi lentamente, primeiro a blusa, depois o sutiã facilitando meu toque, meus beijos. E diferentemente do que eu pensava Dani tomou a iniciativa em me despir também, assim pude sentir a deliciosa sensação de nossos corpos colados. Minha boca estava com fome, de seus seios assim como minhas mãos de seu sexo. Saciando-me acariciei as duas partes ao mesmo tempo. Confesso que não teve sensação melhor: o bico do seu seio duro em minha boca e o mel de seu sexo em minha mão.


Seu grelo duro e seu mel chamavam por minha boca, então sem perder tempo tirei sua saia e sua calcinha. Analisando aquele corpo ali, completamente entregue a mim, não pude deixar de sussurrar o quanto era lindo, o quanto eu queria sentir o gosto de cada milímetro de sua pele começando pelo seu pé. E percorrendo o caminho até sua virilha beijei pacientemente, com o auxilio das mãos abri seus grandes lábios podendo ver e sentir seu grelo em minha boca.


E eis que ali encontrei um novo entretenimento pra minha língua: passear por cada cantinho daquela deliciosa buceta encharcada.


Percebendo que Dani estava se entregando aos meus toques, acabei de me despir e encaixei meu corpo sobre o dela, pressionando seu sexo e mordendo seu pescoço senti Dani explodindo de prazer embaixo de mim.  Motivada pelo seu gemido ensurdecedor e suas unhas cravadas em minhas costas me deixei levar pelo tesão gozando em seguida.


Sentindo meu coração bater na garganta na mesma sincronia que o dela, fiquei admirando aquela mulher que suada sorria olhando em meus olhos.


-- Desculpa. – quebrou o silêncio.


-- Por que me pedes desculpas Dani?


-- Por não saber o que fazer. - Impossível não rir desse comentário, até mesmo porque ela tinha sido perfeita, tinha se entregue pra mim de corpo e alma.


–- Pára de rir de mim. – pediu em tom mais áspero.


-- Mas não tem que pedir desculpas Dani. – respondi arrumando seu cabelo. – Você é perfeita. – completei sorrindo.  Na verdade não conseguia parar de rir, mas não dela, e sim por estar feliz por estar com ela.


-- Não sou não. Não saberia como te satisfazer, levei um tempão pra abrir teu sutiã e ...


-- E?


-- Arranhei tuas costas.


-- Eu sei. – respondi sentindo uma ardência em toda ela.


-- Mas não sabes que tem sangue embaixo da minha unha. – confessou a maldade feita em mim.


-- O tamanho do estrago eu realmente não sei. Mas sei que senti uma dor deliciosa quando você gozava. E foi exatamente essa dor que me incentivou a gozar com você. – expliquei.


-- Pára de rir. – pediu vendo que eu ainda não tinha parado.


-- Por que se estou feliz? – aumentando ainda mais meu sorriso.


-- Deixa eu ver tuas costas?


-- Sim. – sentei a seu lado de costas pra ela.


-- É realmente o estrago foi grande.


-- Não está doendo nada, apenas ardendo um pouco.


-- Hummm. Ardendo. Um. Pouco? – intercalou um beijo nas minhas costas entre cada palavra, sua mão envolve meu corpo puxando o bico do meu seio enquanto os seus roçavam em minhas costas, sua boca mordisca minha orelha minha nuca e com uma agilidade desconhecida desce seu dedo ate minha buceta encharcada fazendo eu me entregar ao seu toque e imaginar a sua chupada enquanto me contorcia de prazer.


Ainda bem que não precisei imaginar muito, em seguida ela experimentou meu gozo e com maestria sugou até eu chegar ao orgasmo mais uma vez.


Sentindo minha garganta seca implorando pelo gosto dela inverti a posição e chupei cada pedacinho, Dani rebolava em minha boca e percebendo aceitação enfiei dois dedos em sua buceta e um no seu ânus a fazendo encharcar meus dedos com seu gozo.


Deitando-me ao lado dela e sentindo sua cabeça em meu peito relaxei e adormeci.

 

CAPITULO VII

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